Depois da internação dessa enfermeira, e de uma outra na terça-feira (7) à noite, já são seis pessoas isoladas após a confirmação da primeira propagação do vírus ebola fora de África.
"Ela tem febre. O protocolo foi implementado e, considerando as circunstâncias, consideramos isso oportuno", afirmou uma fonte do Ministério da Saúde.
A enfermeira internada nesta quarta-feira (8) fez parte da equipe que tratou dos dois padres espanhóis que morreram de ebola no hospital Carlos III, de Madri, depois de serem repatriados da África.
Além do caso confirmado e das duas enfermeiras, também está isolado na observação o marido de uma enfermeira infectada, mas ele não tem sintomas.
Os testes a que foi submetido um engenheiro que viajou para a Nigéria - um dos países afetados pelo pior surto de ebola registrado até hoje - deram negativo. Os testes de uma sexta pessoa, uma outra enfermeira que não tinha sintomas, também deram negativo.
Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), o atual surto de Ebola já matou mais de 3.400 pessoas.
A médica norueguesa Anne-Cecilie Kaltenborn, membro da organização
Médicos Sem Fronteiras, chega de ambulância ao Hospital Universitário
Ulleval, em Oslo. Ela contraiu o vírus ebola em Serra Leoa

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